sábado, 16 de março de 2013

LIBERDADE!

O Mercado Livre parece ser mal interpretado pela maioria dos brasileiros. Escutamos do atual governo e dos seus correligionários políticos que os mercados devem ser controlados, que deixar o mercado sem regulação leva a disparidade econômica e aos resultados injustos. A ganância do Mercado Livre leva à corrupção e a exploração do homem pelo homem. Desconfiamos do Mercado Livre e buscamos instalar regras e leis para limitar suas atividades. Analistas políticos e dizem que o Mercado Livre é arriscado e tem falhado. Eles colocam os nossos atuais problemas econômicos aos pés do Mercado Livre. Na verdade, o Mercado Livre não tem sido completamente livre em décadas. 

É fácil para os políticos falar que o Mercado Livro é um “demônio”, pois ele (free market) prega em sua essência uma boa gestão dos recursos escassos e a busca pela eficiência, coisa que os políticos não gostam muito de ouvir falar nem de fazer. Os políticos amam o controle e não se enganem o controle é o que eles são e querem continuar sendo. Assim perguntamos, porque eles temem os resultados de um Mercado Livre? Porque pensam no Mercado Livre como arriscado e até mesmo anacrônico? Por que será? 

As pessoas parecem ter esquecido que os nossos desejos, opiniões, medos, ambições e todos os mais, nossas escolhas são as forças que impulsionam o objetivo de liberdade.  Ele é baseado no mais simples dos conceitos: a liberdade de viver nossas vidas como nós escolhemos. Nós temos a liberdade de escolher o que cada um quer comprar e quanto estamos dispostos a pagar por isso, o carro que dirigimos e quanto vai pagar por isso, as empresas em que investimos e quanto vamos pagar por um bem ou serviço. É simples assim. O Mercado Livre é a manifestação concreta de nossas escolhas.

O preço de um bem ou serviço é baseado no que vamos pagar por isso. Competição é o que mantém os preços em linha com o mercado. Se o preço de algum produto sobe devido ao aumento da demanda, uma oportunidade é criada para que um concorrente possa oferecer um produto comparável a um preço inferior. Este concorrente não pode vender um produto inferior e esperar obter maiores vendas. O competidor deve produzir algo comparável por um preço menor. Isso leva muito trabalho, dedicação, tomada de risco e inovação. Se for bem sucedido, se ganha dinheiro e gera benefícios para os consumidores com preços mais baixos.

As escolhas dos consumidores impulsionam o mercado. A maioria das pessoas não percebe que o lucro, o principal objetivo de todas as empresas, é realizado na maioria das vezes através da produção de um produto superior ou serviço a preços que beneficiam o consumidor. Explorar o consumidor ou fornecendo-lhes alternativas insatisfatórios de oferta representa a retirada concreta do bem-estar da sociedade, quando os governos permitem empresas consideradas “amigas do rei” serem mantidas no mercado a custo de sua ineficiência o mesmo está tirando da sociedade.

Deixado aos seus próprios mercados livres os mesmos podem a curto prazo produzir erros, mas sempre serão conduzidos a ajustes, se algo está sobrevalorizado, o verdadeiro valor acabará por se tornar evidente e o preço vai cair. O capitalismo de livre mercado serve para manter uma economia em equilíbrio.

Dito isto, o Governo faz o seu melhor para corromper os mercados livres, para exercer o controle das pessoas e limitar as nossas liberdades. Ele faz isso através de política fiscal, regulamentação, controle de preços, subsídios, taxas de juros, a oferta monetária, o controle de salários, regulamentos ambientais que desafiam o senso comum e a legislação da liberdade de limitação do outro. O Governo continuamente toma decisões que limitam a nossa liberdade, corrompe o ciclo natural da oferta e da demanda, desincentiva a concorrência e reduz escolhas.

Como brasileiros temos de ser cautelosos com o Governo que está adulterando a liberdade de mercado e busca agir no melhor interesse da nação a cada eleição. Nós não podemos ficar de braços cruzados e assistir as liberdades econômicas de um país em dita economia de mercado ser lentamente destruída, apenas para ser substituído com uma economia “planejada”, concebida para consolidar o poder político para uma nova classe dominante “estatal” que não pensa nos riscos da inflação e das baixas taxas de investimentos privado, mas se preocupa em muito com as bolsas e manutenção da “ditadura do proletariado livre-alienado”   




“A sociedade que coloca a igualdade à frente da liberdade irá terminar sem igualdade e sem liberdade.”
Milton Friedman



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